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domingo, 23 de janeiro de 2011

Vasectomia,chega de filhos




kkkkkk poderia ser assim mesmo!





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A vasectomia é realizada com anestesia local. É feito dois cortes bem pequenos no escroto e não na região do pênis, como muitos pensam. Após o ligamento dos canais deferentes no homem, é fechado com pontos.
Bem... com todas estas informações meu esposo fez todos os exames,mais não fez a vasectomia,isto ainda é um tabu para muitos homens.


sábado, 22 de janeiro de 2011

Hidrocele testicular


Hidrocele testicular
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Hidrocele testicular
Aviso médico
Classificação e recursos externos

O testículo direito, exposto pela abertura da túnica vaginal.
CID-10 N43.0-N43.3
CID-9 603
DiseasesDB 6137
MeSH D006848

Hidrocele testicular é um acúmulo de fluido límpido (hidrocele) no interior da túnica vaginal, a membrana mais interna que contém o testículo. Uma hidrocele primária causa aumento indolor do escroto no lado afetado e acredita-se que é causada devido a uma absorção deficiente do fluido secretado entre as duas camadas da túnica vaginal. Uma hidrocele secundária é causada por inflamação ou neoplasia do testículo.

Uma hidrocele geralmente ocorre em somente um lado. O acúmulo pode ser sinal de um trauma físico, infecção ou tumor, mas a causa geralmente é desconhecida.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Hernia inguinal




Hérnia inguinal é a protrusão de uma alça do intestino através de um orifício que se formou na parede abdominal na região da virilha. As hérnias acontecem por descuido da natureza na formação dessa parede, que tem de suportar pressões muito altas.

Não é só a pressão provocada pelos exercícios que contraem a musculatura do abdômen. Durante o esforço da evacuação, a parede abdominal funciona como uma prensa, prensa de que as mulheres também se valem, na hora do parto, para expulsar o feto do interior do útero.



Existem dois tipos de hérnias inguinais que ocorrem com mais freqüência: a direta e a indireta. A indireta ( imagem 1) se forma pela passagem da alça intestinal para o interior da bolsa que envolve o testículo através de um ponto frágil, o anel herniário. Já a direta ( imagem 2), como o próprio nome sugere, forma-se diretamente num ponto da parede abdominal enfraquecida, que se rompe, permitindo a penetração de um segmento do intestino na bolsa escrotal.

A imagem 3, num corte lateral do abdômen de um indivíduo do sexo masculino - porque a incidência de hérnias inguinais é maior nos homens – mostra como a alça intestinal foi empurrada para baixo e formou uma hérnia dentro da bolsa escrotal.




Formação das hérnias inguinais

Drauzio – O que explica essa fraqueza na parede abdominal que favorece a formação de hérnias inguinais?
Paulo Alberto Corrêa – Hérnia é uma afecção freqüente que vem sendo estudada desde a Grécia antiga. Na verdade, a palavra hérnia vem mesmo do grego e quer dizer botão ou ruptura.
O canal inguinal é uma região potencialmente fraca da parede abdominal. Por ele, durante a vida intra-uterina, passaram os testículos para alojar-se na bolsa escrotal. Esse pequeno espaço é coberto por músculos que deveriam fechá-lo durante a contração abdominal. Entretanto, muitas pessoas têm a inserção desses músculos mais alta, o que torna o espaço maior. Além disso, com o passar dos anos, costuma ocorrer lassidão muscular, isto é, os tecidos ficam naturalmente mais frouxos e podem sofrer ruptura que permite a passagem não só de um segmento do intestino delgado e grosso, mas também de outros órgãos da cavidade abdominal.
Drauzio – A fraqueza da parede abdominal é congênita? Ou seja, algumas pessoas nascem com tendência à formação de hérnias?
Paulo Alberto Corrêa – É uma característica constitucional. Tem a ver com o biótipo do indivíduo. Embora não exista uma relação genética imediata (do tipo se o pai tem hérnia, o filho obrigatoriamente irá ter), em algumas famílias, a incidência de hérnia inguinal é maior.
No entanto, é preciso considerar que os movimentos intestinais e a dificuldade para urinar, por exemplo, são fatores de risco para a formação de hérnias, porque podem provocar aumento da pressão abdominal e, conseqüentemente, ruptura de tecidos.


Fatores de risco

Drauzio – Há atividades físicas que facilitam a formação de hérnias?
Paulo Alberto Corrêa - Toda a atividade que exige emprego de grande força física pode facilitar o aparecimento de hérnias, principalmente nas pessoas com predisposição. Portanto, atletas de alta performance, trabalhadores braçais, indivíduos com constipação intestinal (prisão de ventre), ou que desenvolveram problemas na próstata e fazem força para urinar, estão mais sujeitos ao aumento da pressão intra-abdominal, que pode provocar ruptura dos tecidos e o aparecimento de hérnia.
Especificamente em relação ao exercício físico que muitos jovens gostam de fazer nas academias, é preciso esclarecer que eles podem levantar pesos se a atividade for feita de forma lenta e progressiva, respeitando o ritmo de adaptação do organismo. Se tiverem história familiar de hérnias, porém, pode ser que venham a apresentar a afecção, mas não há como prever nem prevenir que isso aconteça. Por isso, acho que as pessoas devem levar a vida sem se preocupar muito com essa possibilidade. Caso o problema se manifeste, cabem as providências disponíveis para trazê-las de volta à normalidade.
Drauzio – Quais os exercícios que mais podem provocar a formação de hérnias inguinais?
Paulo Alberto Corrêa – Todos os exercícios que fazem a musculatura contrair-se de forma a aumentar a pressão dentro da cavidade abdominal e a ruptura dos tecidos. Entre eles destacam-se os exercícios de agachamento e dos membros superiores e inferiores, os exercícios isotônicos e os isométricos.
Drauzio – Correr e nadar também estão nessa lista?
Paulo Alberto Corrêa – Natação é o esporte que mais respeita nosso organismo em termos de articulações e musculatura. Por isso, é recomendado por todos e especialmente pelos profissionais ligados à medicina esportiva. Já a corrida seguramente leva ao aumento da pressão abdominal e, por ser um exercício constante que produz impacto, pode facilitar o aparecimento de hérnias inguinais. Caminhar e andar de bicicleta causam menor dano e podem ser praticados com tranqüilidade.


Prevenção e sintomas

Drauzio – O que podem fazer as pessoas com tendência à formação de hérnias inguinais para prevenir seu aparecimento?
Paulo Alberto Corrêa – Não existe prevenção. Portanto, se não há como prevenir, o indivíduo deve levar vida normal. Caso tenha tendência, a pessoa correrá o risco de desenvolver uma hérnia e deve procurar tratamento tão logo sinta uma dorzinha e um abaulamento na região inguinal.
Existem próteses para evitar que a hérnia progrida. São cintas elásticas e fundas que mantêm forte pressão sobre o ponto em que está havendo ruptura do tecido. Essas próteses, porém, acabam interferindo na qualidade de vida dos portadores de hérnia. A única forma de tratamento eficaz á a cirurgia.
Drauzio – Como é que a pessoa percebe que têm uma hérnia inguinal?Paulo Alberto Corrêa – Voltando à etimologia da palavra, hérnia quer dizer botão ou ruptura. É preciso lembrar também que a região inguinal, no homem, fica entre o pênis e a ossatura da bacia e, na mulher, entre a vulva e o osso da bacia. Nos dois gêneros, é uma região bastante restrita, do lado esquerdo e direito do corpo. Por isso, a hérnia pode ocorrer em um dos lados do corpo ou ser bilateral.
O primeiro sintoma da hérnia é um abaulamento ou nódulo na região inguinal, acompanhado de dor e desconforto quando a pessoa se levanta ou pratica alguma atividade física. Quando se deita ou fica quieta, a hérnia se recolhe e o nódulo desaparece.
Drauzio – A dor sempre aparece?
Paulo Alberto Corrêa – Habitualmente, sim. Uma das primeiras queixas do portador de hérnia é dor local e limitação para atividades físicas mais vigorosas.
Drauzio – Como evolui a hérnia que não recebe tratamento?
Paulo Alberto Corrêa – Muitos indivíduos saem correndo assim que notam o aparecimento de uma hérnia com medo das complicações. Na verdade, a doença vai evoluindo gradativamente. Não aparece uma hérnia enorme de uma hora para outra. Ela começa pequena e vai aumentando de acordo com o esforço físico despendido. Com o passar dos anos, porém, as hérnias podem ocupar espaços bastante grandes. Em alguns casos, quando descem para a bolsa escrotal, podem chegar até os joelhos, se não forem tomadas as providências terapêuticas adequadas.
Portanto, ao registrar o primeiro sintoma, a pessoa deve procurar um médico. Primeiro, para certificar-se que é realmente uma hérnia; depois, para informar-se sobre o melhor momento para livrar-se dela.


Tratamento

Drauzio – As hérnias, quando aparecem, podem beneficiar-se de compressores locais, as fundas, que antigamente eram muito populares, mas representam um tratamento paliativo. Hoje, está provado que só a cirurgia promove a cura definitiva. Qual é o momento ideal para indicá-la?
Paulo Alberto Corrêa - Hérnias inguinais muito pequenas ou muito grandes raramente complicam. O risco maior está nas hérnias de tamanho intermediário, porque o intestino sai pelo orifício e não consegue voltar. Sofre um encarceramento. Como, às vezes, pode ocorrer uma rotação, o sangue deixa de circular, e aquele segmento intestinal gangrena, fica necrosado. Essa é uma situação de emergência que não existe quando a hérnia é pequena ou muito grande, circunstâncias que permitem programar a melhor data para a cirurgia.
Ninguém mais discute que, quanto menor a hérnia, maior o sucesso do tratamento cirúrgico. Se ela crescer muito, os tecidos se tornarão frágeis, a dissecção do saco herniário será trabalhosa e, como conseqüência, haverá mais inchaço, mais edema e mais desconforto no pós-operatório.
Vale repetir, então, que a cirurgia é o único tratamento eficaz para as hérnias e o portador se beneficiará se procurar atendimento médico numa fase precoce da doença.
Drauzio – Isso quer dizer que não existem remédios para o tratamento das hérnias?
Paulo Alberto Corrêa – O único remédio é o bisturi.
Drauzio – Você tocou num ponto fundamental. As hérnias muito pequenas não provocam complicações, porque não dão espaço para o intestino penetrar. Nas muito grandes, o espaço é suficiente para o intestino penetrar na bolsa escrotal e movimentar-se dentro dela. O problema são as hérnias de tamanho intermediário que podem estrangular o intestino. Conhecidas como hérnias estranguladas, elas são as de maior risco...
Paulo Alberto Corrêa – Essa situação deve ser evitada, porque exige tempo maior de internação hospitalar e pressupõe risco de infecção grave e perda de um segmento do intestino, pois não basta só a correção da hérnia. O intestino que sofreu estrangulamento e, às vezes, rotação, precisa ser ressecado, isto é, o paciente perderá parte do intestino e receberá uma anastomose (sutura entre as duas extremidades que foram cortadas). Dependendo da idade, esse quadro, que é grave, pode tornar-se mais perigoso ainda.
Há casos em que a pessoa tem uma hérnia encarcerada crônica, isto é, uma hérnia com espaço bastante grande para o intestino entrar e sair à vontade. No entanto, se ingerir um alimento que fermente mais, o gás pode impedir essa movimentação, e o desconforto só diminui à medida que ele for sendo eliminado. Desse modo, o paciente consegue conviver com hérnias volumosas, com pequeno risco de estrangulamento, embora a qualidade de vida seja ruim. É muito importante não deixar o quadro chegar a esse ponto, uma vez que o resultado da cirurgia não será tão bom quanto ao das realizadas em fase mais precoce.
Drauzio – Você poderia explicar o que é anastomose nas cirurgias das hérnias estranguladas?
Paulo Alberto Corrêa – O segmento do intestino que ficou encarcerado no anel herniário sofre perda da circulação e entra em necrose. Por isso, precisa ser retirado. Sobram, então, duas partes viáveis do intestino que são unidas e costuradas para recompor o caminho por onde passarão os alimentos durante o processo de digestão. Essa costura pode ser feita com fios cirúrgicos ou com grampos metálicos.
Drauzio – Nesses casos, a cirurgia é complicada porque não se restringe à parede abdominal, uma vez que é preciso intervir no intestino...
Paulo Alberto Corrêa – Dependendo da extensão do problema, se não há segurança de que a área ficou bem irrigada, é preciso fazer uma laparotomia, ou seja, abrir o abdômen para olhar internamente. Daí a importância do tratamento precoce. Ele é fundamental para evitar complicações que requerem procedimentos mais agressivos.


Cirurgias
Drauzio – Cirurgias para a correção de hérnia são procedimentos muito antigos. Gostaria que você explicasse como eram realizadas?
Paulo Alberto Corrêa – A primeira técnica cirúrgica que se mostrou eficaz para a correção da hérnia inguinal data da metade do século XIX e foi desenvolvida pelo cirurgião italiano Eduardo Bassini. Através de uma incisão na pele, o médico alcança o tecido celular subcutâneo e chega à aponeurose, uma membrana que reveste os músculos. Depois, atinge a região do funículo espermático (ou cordão espermático) que se estende até a proximidade do osso púbico, local onde se formam as hérnias inguinais ( imagem 4). Agindo desse modo, o cirurgião localiza o peritônio, camada que recobre as alças intestinais, e a musculatura junto à fascia transversal que recobre o peritônio. A seguir, aproxima os músculos oblíquo externo e transverso, que deveriam fechar o espaço, em direção ao osso púbico e à arcada inguinal para reforçar a parede do abdômen e impedir que a hérnia se forme novamente.
Portanto, segundo essa técnica, respeitando a anatomia do local, fecha-se a área de fraqueza da parede com a aproximação dos tecidos. O problema é que nem sempre esses tecidos se encontravam em boas condições e era preciso puxar um músculo e a aponeurose para baixo a fim de prendê-los numa estrutura forte para tentar fechar o espaço. Isso provocava dor e limitação importante no pós-operatório. O paciente ficava com dificuldade para andar e tinha restrições para dirigir automóvel. Doentes acompanhados por longos períodos de tempo mostraram que o índice de recidiva era de 25%. Fios de sutura melhores e o aprimoramento da técnica fizeram com que esse índice caísse para em torno de 5%, 7% dos casos, nos primeiros anos depois da cirurgia. Portanto, um em cada 20 pacientes pode apresentar novamente a doença, índice que ainda continua alto.
Drauzio – Essa técnica foi usada por muitos anos.
Paulo Alberto Corrêa – Muitos e muitos anos. Aliás, ainda hoje é utilizada, principalmente nos lugares que dispõem de poucos recursos para o tratamento dessa afecção, porque é relativamente simples e não requer material sofisticado para sua realização.
Drauzio – Como são as técnicas mais modernas para o tratamento das hérnias?
Paulo Alberto Corrêa – Na década de 1950, um médico americano chamado Usher desenvolveu uma técnica cirúrgica que utilizava uma tela feita de tecido plástico para fechar o orifício herniário ( imagem 5). Mas, foi só a partir de 1970, que essa técnica passou a ser empregada com mais regularidade.
No começo, foram observadas algumas complicações decorrentes do uso de tais próteses. Lenta e paulatinamente, porém, o processo de fabricação foi melhorando e as telas atuais são extremamente inertes e não causam nenhum tipo de reação adversa. Na hipótese de haver alguma infecção, o tratamento pode ser feito sem que elas sejam retiradas.
Como se vê, o uso dessa tela promoveu um tratamento sem tensão muscular. O orifício herniário é recoberto com a tela, o que evita puxar a musculatura e a aponeurose em direção da arcada inguinal. A tela simplesmente cobre o espaço em que havia fraqueza do tecido abdominal, como se fosse um manchão de pneu. Trata-se de uma técnica indolor que reduziu drasticamente os índices de recidiva das hérnias inguinais para um em cada dois mil casos operados. Feita com anestesia local não requer internação hospitalar. O paciente é operado, levanta e vai embora para casa.
Drauzio – Você disse que a tela pode ser colocada facilmente com anestesia local...
Paulo Alberto Corrêa – Em geral, faz-se um pequeno corte na região inguinal, dissecam-se os tecidos e coloca-se a tela na região em que há fraqueza da parede abdominal. Se as hérnias pélvicas volumosas forem dos dois lados, pode-se fazer uma incisão que vai do umbigo até a região do púbis, passa-se por trás dos músculos, ultrapassa-se o peritônio que cobre as alças intestinais e coloca-se uma tela bastante grande para fechar todos os espaços onde elas ocorrem. Essa via posterior de acesso é bastante utilizada nas hérnias bilaterais volumosas, porque, em vez de dois cortes, faz-se um corte só e o índice de recidiva é baixíssimo.
Drauzio – Como essas cirurgias podem ser feitas por via laparoscópica?
Paulo Alberto Corrêa – Seguindo os mesmos passos da cirurgia por via posterior, é possível corrigir as hérnias inguinais por laparoscopia. Através de um pequeno furo no umbigo, coloca-se um aparelho ótico acoplado a uma câmara de televisão e examina-se o intestino. Por outros dois pequenos furos, são introduzidas pinças e uma tesoura. Localizado o espaço entre o peritônio e a musculatura da região inguinal em que a parede está comprometida, coloca-se a tela. Esse método tem a vantagem de ser praticamente indolor e permitir que a cirurgia seja realizada sem cortes, através de três pequenos furos, mas tem o inconveniente de exigir anestesia geral e internação hospitalar. Além disso, o material laparoscópico é caro.
O outro ponto crítico dessa técnica é o fato de violar a cavidade peritoneal. Por isso, alguns cirurgiões desenvolveram a técnica extra-peritoneal (igual à da cirurgia de Stoppa), em que não é necessário penetrar na cavidade intra-abdominal. Através dos três buraquinhos, separa-se a musculatura da região do peritônio e coloca-se a tela, exatamente do mesmo modo que se faz, quando existe o corte que vai do umbigo até o púbis. Isso representa ganho real para o paciente, que recebe alta no dia seguinte ao da operação.
Drauzio – Você disse que a colocação da tela por via cirúrgica podia ser feita no consultório sob anestesia local e que os resultados são até muito bons. Difícil dizer que outra técnica deva ser empregada no lugar dessa que oferece tantas vantagens.
Paulo Alberto Corrêa – Quem tem preferido a técnica laparoscópica extra-peritoneal, por exemplo, são os atletas de alta performance que precisam recobrar logo a atividade física e os indivíduos preocupados com a estética, porque os três pequenos orifícios feitos para introduzir os aparelhos deixam marcas mínimas. Em relação aos resultados futuros das duas técnicas cirúrgicas, a céu aberto e por laparoscopia, estudos têm mostrado que o risco de recidivas é praticamente o mesmo. Em vista disso, particularmente, acho que, ponderando os custos, em termos populacionais, é melhor optar pela cirurgia por via anterior com a tela. Entretanto, a decisão final fica sempre por conta do paciente que pode ter motivos para optar pela cirurgia por via extra-peritoneal.
Site
www.hernia.com.br

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Candidíase,parece assaduras de bebe.


Uma infecção vaginal caracteriza pelo crescimento exagerado de fungos na vagina, que produzem inflamação e sintomas desagradáveis.


O QUE CAUSA A INFECÇÃO
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A vagina saudável contém naturalmente microorganismos (bactérias e fungos), que não conseguem se desenvolver devido à presença dos lactobacilos de Doderlein, que são agentes do bem e defendem o ambiente vaginal de invasores nocivos. Existem ainda na vagina anticorpos, células de defesa e substâncias químicas que ajudam os lactobacilos na defesa do meio vaginal e previnem o desenvolvimento das colônias de bactérias e fungos causadores de infecções. A proliferação dos fungos que dá origem a candidíase está associada com a diminuição dessas defesas no ambiente vaginal. A baixa resistência é o principal fator de risco para que os fungos presentes no meio, em pequena quantidade, se multipliquem de modo exagerado. Alguns estudiosos acreditam que é possível adquirir a infecção por meio do contato sexual, quando o parceiro está infectado por fungos e os transmite à mulher através do sêmen.

OS SINTOMAS
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Coceira na vulva e canal vaginal, corrimento branco, que lembra a coalhada, ardor e desconforto para urinar além de dor nas relações sexuais são os sintomas mais comuns da candidíase. As mucosas vaginais ficam bastante inflamadas e a vulva, às vezes, pode ficar com o mesmo aspecto das "assaduras" de crianças que usam fralda e apresentar fissuras. O processo inflamatório facilita a contaminação por agentes de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive do HIV.

FATORES DE RISCO
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O uso de determinados antibióticos pode diminuir ou mesmo acabar com a flora de lactobacilos que protege a vagina dos microorganismos nocivos. Roupas íntimas de material sintético, calças compridas apertadas, desodorantes íntimos predispõem algumas mulheres ao problema. Doenças que diminuem a imunidade da mulher também favorecem o desenvolvimento dos fungos. As alterações hormonais que ocorrem durante a gravidez ou uso de hormônios para tratamento de distúrbios ou como anticoncepcional pode, em alguns casos, facilitar o aparecimento da doença. Pessoa diabéticas tem mais propensão a candidíase porque os níveis elevados de açúcar em circulação no organismo estimulam a proliferação dos fungos.

ALERGIAS E ESTRESSE
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A candidíase também está associada a processos alérgicos e pessoas com predisposição a ter alergias são mais vulneráveis à infecção vaginal por fungos. O tipo de agente causador da alergia não importa. Pode ser algum medicamento, alimento ou substâncias químicas. Há mulheres que desenvolvem alergia às proteínas do sêmen do parceiro sexual ou até a remédios consumidos por eles, cuja substância lhes chegam através do sêmen.O estresse e a nicotina do cigarro são outros dois fatores de risco para a infecção, uma vez que contribuem para diminuir as defesas imunológicas, particularmente na região vaginal. A infecção aparece ainda associada ao HPV, o papiloma vírus humano, uma vez que esse vírus diminui a resistência do organismo.


DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
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O ginecologista recorre ao exame clínico e de laboratório e a análise dos sintomas da paciente para diagnosticar a candidíase. Existem várias opções de tratamento, envolvendo em geral medicamentos de aplicação local - os cremes vaginais. A dra Iara Linhares adverte para a importância de seguir orientação médica no tratamento de todo e qualquer problema vaginal. E nunca buscar a orientação de balconistas de farmácias ou usar cremes vaginais sugeridos por amigas ou que já foram utilizados em tratamentos anteriores. "Com freqüência as mulheres confundem os sintomas de outras infecções ou mesmo de alergias vaginais com candidíase e se automedicam com cremes ou outros medicamentos inadequados que usou antes. Eles podem até representar alívio, ao melhorar os sintomas, mas na verdade estão mascarando a doença que vai reaparecer lá na frente."

sábado, 8 de janeiro de 2011

meu bb com 34 semanas

Minha kamile ja esta com 34 semanas de vida,as bochechas gordinhas,esta pesando +ou-2,223g,seu coração bate bem forte 135bpm,ai que curiosidades!!!!pra ve-la ao vivo!