Promoções

sábado, 30 de abril de 2011

Antes, Durante e Depois do Henê

e
Existem varios preconceitos e mistos,sobre o henê,a maioria perguntam si ele contem chumbo?não sua formula não contem chumbo,além de deixar seu cabelo maravilhoso mostrado no video a cima ele trata e dar um brilho exelente,aos invejosos de plantão,além de ser um tratamento barato e popular ja existem formulas no mercado que não tem aquele cheiro forte ,eu particularmente uso HENÊ hena gel tradicional mais tem outras versões para cada tipo de cabelo abaixo citados.

Henê Rená Forte - gel
Indicado para cabelos crespos. Com jaborandi, queratina, ginseng e manteiga de karité.

Henê Rená Extra Forte - gel
Indicado para cabelos muito crespos e resistentes. Com jaborandi, ginseng, tutano e aloe Vera.

Henê Rena Tradicional - gel
Indicado para todos os tipos de cabelo. Com jaborandi.

As novas versões possuem elementos que vão deixar seus cabelos ainda mais bonitos:

Jaborandi: fortalece e proporciona brilho aos cabelos.
Ginseng: confere maciez ao cabelo, além de possuir propriedades revitalizantes e regeneradoras.
Tutano: ideal para o tratamento de cabelos danificados e quebradiços.
Manteiga de Karité: restaura, hidrata e nutre os fios, fortalecendo da raiz às pontas.
Queratina: proporciona brilho, restauração e condicionamento aos cabelos.

Cólicas mesntrual Dismenorréia

O que cólica mesntrual?

Menstruação dolorosa, cólica menstrual ou dismenorréia é a dor pélvica (baixo ventre) que ocorre antes ou durante o período menstrual, de modo cíclico. Menstruação dolorosa que impede as atividades normais ou necessita de medicação específica.
Como se desenvolve?
A dismenorréia pode ser primária ou secundária, de acordo com a presença ou não de alterações estruturais do aparelho reprodutivo feminino.
A dismenorréia primária é a menstruação dolorosa na ausência de lesões nos órgãos pélvicos. Geralmente, acompanha os ciclos menstruais normais e ocorre logo após as primeiras menstruações, cessando ou diminuindo de intensidade em torno dos 20 e poucos anos ou com a gravidez. É devida ao aumento da produção de algumas substâncias pelo útero chamadas de prostaglandinas, que promovem contrações uterinas dolorosas.
A dismenorréia secundária está associada a alterações do sistema reprodutivo, como endometriose, miomas uterinos, infecção pélvica, anormalidades congênitas da anatomia do útero ou da vagina, uso de DIU (dispositivo intra-uterino) como método anticoncepcional, entre outras. Comumente ocorre após dois anos da menarca (primeira menstruação).
O que se sente?
A dor pode ser branda, causando cólica, desconforto, sensação de peso no ventre ou nas costas. A dor pode ser moderada, causando, além do desconforto, sensação de mal-estar, diarréia e dor de cabeça. Também pode ser muito forte, incapacitando a mulher de realizar suas atividades, durando de dois a sete dias e sendo acompanhada de transtorno gastrointestinal inclusive com vômitos, dor referida nas costas, nas coxas e cefaléia.
Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico baseado, principalmente, na história e no exame físico e ginecológico, necessitando, algumas vezes, de exames complementares que excluam outras causas de dor, tais como dosagens hormonais, ecografia transvaginal e laparoscopia, quando não há melhora com ACO + AINE.
Como se trata?
O tratamento da dismenorréia primária inclui o uso de medicações da classe dos antiinflamatórios: os AINE (antiinflamatórios não esteróides) tomados um pouco antes e durante toda a menstruação que bloqueiam a produção das prostaglandinas. Também são usados anticoncepcionais, em uso contínuo ou cíclico, pois o ciclo anovulatório é geralmente menos doloroso. É recomendada uma dieta com menos gordura animal, laticínios e ovos, insistindo na ingestão de vegetais, sementes cruas e nozes. O exercício físico moderado e regular e medidas gerais, como bolsa de água quente, banho morno e massagens relaxantes auxiliam no alívio da dor.

crianças com baixa estatura

1 - Evitar excesso de esporte.
O ideal para a criança de baixa estatura que faça esporte em posição sentada ( bicicleta de marcha) ou deitada ( natação, pranchas de ondas deitado ) Evitem futebol, artes marciais, corridas, patins, surf, skate e competições desportivas em geral.
 
2 - Evitar alimentação gordurosa e com muitos carboidratos.
O excesso de pães, bolos, pizzas, fast-foods, salgadinhos são os principais inimigos do crescimento, pois contêm muita gordura trans e açucares que irão intervir na sensibilidade do IGF-1 e com isso diminuir a velocidade de crescimento. Crianças obesas, além disso, tem a resistência a Insulina aumentada que se traduzirá num aumento da mesma que por sua vez irá competir com o Hormônio de Crescimento.

O crescimento ocorre a partir de sítios de cartilagem nas extremidades dos ossos longos. Essas placas vão formando novas células ósseas, que alongam progressivamente os membros.
Estas placas são analisadas através de um exame radiológico que verifica o tamanho da mão e punho esquerdos. "Esse exame é chamado ‘idade óssea', através dele, podemos determinar o potencial de crescimento da criança, ou seja, se ela ainda pode crescer ou, pelo contrário, se ela já está em sua altura final. Geralmente, a altura se define quando a idade óssea alcança os 14 anos nas meninas e 16 anos nos meninos. Alcançado esse estágio, nenhuma medida adicional pode ajudá-los a crescer mais ", explica a médica.
Mas o que seria um crescimento normal?
Muitas vezes, a expectativa dos pais é maior do que as possibilidades reais de seus filhos crescerem. Daí a pergunta mais difícil de responder: Qual será a altura final do meu filho?
"Na prática, utilizamos várias fórmulas e tabelas para tentarmos dar aos pais alguma estimativa da altura final de seus filhos. Mas sempre os alertamos sobre as inúmeras possibilidades de erros das mesmas, em virtude dos múltiplos fatores que influenciam o crescimento", diz a médica. Se pudéssemos contar apenas com a interferência genética, acertaríamos mais utilizando a seguinte fórmula:
Menino = (altura do pai + altura da mãe + 13) dividido por 2 (± 10cm)
Menina = (altura do pai + altura da mãe - 13) dividido por 2 (± 10cm)

fonte pesquisa na web

sexta-feira, 29 de abril de 2011

VAcinas e suas reações

vacinas e suas reações

A BCG (contra tuberculose) e a da hepatite B são as duas primeiras vacinas que o recém-nascido toma logo após o parto. A primeira é via intradérmica (no braço) e causa uma pequena reação no local da aplicação um mês depois. A segunda, contra a hepatite, tem três doses (na hora do nascimento, dois meses depois e seis meses após a primeira dose) e é dada na coxa do bebê, porque é a região, segundo o pediatra e infectologista Marco Aurélio Sáfadi, pai de Pedro e Marília, em que a produção de anticorpos é maior, e portanto o grau de proteção da vacina também. Isso é um importante detalhe que os enfermeiros devem saber na hora de aplicar a vacina.
Nos postos de saúde públicos a vacinação gratuita realmente funciona e há disponibilidade de vacinas o ano todo, de acordo com o calendário de vacinaçãoA obrigatoriedade de vacinar as crianças seguindo um calendário é relativamente nova no Brasil. O programa de vacinação do Ministério da Saúde tem cerca de dez anos. Um dos seus benefícios foi o controle do sarampo no Brasil, onde não ocorre um surto desde 1998, o que levou o governo a suspender a dose preventiva que era dada ainda nos primeiros meses de vida dos bebês.

“Antigamente, as crianças tinham todas as doenças consideradas infantis, mas hoje em dia, se há condições para se imunizar, isso deve ser feito,” defende o pediatra Sergio Carvalho. Ele discorda de alguns pontos-de- vista da medicina mais naturalista que opta por evitar muitos remédios ou vacinas, e permitir que a pessoa tenha mais contato com os vírus para conseguir maior imunidade. Além disso, dizem os médicos, se a pessoa não for imunizada em criança poderá contrair doenças como rubéola, catapora, caxumba e hepatite na fase adulta, e os riscos para ela serão bem maiores. Por isso, o melhor para não deixar passar nenhuma vacina é consultar sempre seu pediatra e ter à mão a carteira de vacinação de seus filhos.
 
IDADEVACINASDOSESDOENÇAS EVITADASLOCAL DE APLICAÇÃODOR/REAÇÃO
Ao nascerBCG-IDdose únicaFormas graves de tuberculoseNo braço direito, intradérmicaNão dói. Reação em 30 dias com uma casquinha no local
Ao nascerContra hepatite B1a doseHepatite BNa coxaSem reação
1 mêsContra hepatite B2a doseHepatite BNa coxaSem reação
2 mesesVOP (vacina oral contra pólio)1a dosePoliomielite ou paralisia infantilOral em gotasNão dói
2 mesesVacina tetravalente (DTP + Hib) (1)1a doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo BNa coxaNão dói
4 mesesVOP (vacina oral contra pólio)2a dosePoliomielite ou paralisia infantilOral em gotasDolorida e pode causar febre e dor
4 mesesVacina tetravalente (DTP + Hib) (1)2a doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo BNa coxaDolorida e pode causar febre e dor
6 mesesVOP (vacina oral contra pólio)3a dosePoliomielite ou paralisia infantilOral em gotasSem reação
6 mesesVacina tetravalente (DTP + Hib) (1)3a doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo BNa coxaDolorida e pode causar febre e dor
6 mesesContra Hepatite B3a doseHepatite BNa coxaNão dói
9 meses*Contra febre amareladose únicaFebre amarelaNo músculo da coxa ou do braçoSem reação
12 mesesSRC (tríplice viral)dose únicaSarampo, rubéola, síndrome rubéola congênita e caxumbaNo braço ou bumbumNão dói e provoca um leve sarampo uma semana depois
15 mesesVOP (vacina oral contra pólio)reforçoPoliomielite ou paralisia infantilOral em gotasSem reação
15 mesesDTP (tríplice bacteriana)reforçoDifteria, tétano e coquelucheNa coxa, intramuscularDolorida e pode causar febre e dor
6 a 10 anosBCG - ID**reforçoFormas graves de tuberculoseNo braço direito – intradérmica – reação em 30 dias com uma casquinha no localnão dói
10 a 11 anosDTPreforçoDifteria, tétanoNa coxaDolorida e pode causar febre e dor
 Levei kamile hoje para tomar vacina,de 2 meses como ela não tinha tomada no hospital teve que tomar 
2 vacinas na coxa,tadinha esta chorando muito e tbm esta com febre,a enfermeira mandou dar tilenol,e
fazer compressa com agua gelada ja fiz mais axo que vai dar trabalho a noite toda,sei que é pro bem
do meu bebe mais sofro junto com ela.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

HIPERTENSÃO ARTERIAL(PRESSÃO ALTA)

                                 Dia 26 de abril combate nacional da hipertensão arterial


Hipertensão Arterial ("Pressão Alta")

A Hipertensão Arterial, mais conhecida como “Pressão Alta”, pode ser encarada como uma doença ou como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração, pois, na grande maioria das vezes, não provoca sintomas ou os sintomas são gerais (podem ocorrer em qualquer doença), como dores de cabeça, tonturas, mal estar...  
É muito importante entender que quem sofre de hipertensão arterial terá que fazer seu controle por toda a vida, visto que, na grande maioria das pessoas (95%), não se consegue descobrir sua causa.
De todos esses casos, felizmente, a grande maioria (90%) apresentará hipertensão leve, ou seja, fácil de controlar e tratar.

Diagnóstico da Hipertensão Arterial

O diagnóstico da hipertensão arterial é estabelecido pelo encontro de níveis tensionais acima dos limites superiores da normalidade (140/90 mmHg) quando a pressão arterial é determinada através de metodologia adequada e em condições apropriadas.

Classificação diagnóstica da hipertensão arterial

A - Adultos (maiores de 18 anos)

PAD (mm Hg) PAS (mm Hg) Classificação
< 85 < 130 Normal
85-89 130-139 Normal Limítrofe
90-99 140-159 Hipertensão Leve (estágio 1)
100-109 160-179 Hipertensão Moderada (estágio2)
> 110 > 180 Hipertensão Grave (estágio 3)  
< 90 > 140 Hipertensão Sistólica Isolada  

Algumas dicas para viver melhor ,evitar muito sal nunca ultrapassar 6g por dia,parar de fumar,gorduras e cafeina,ingerir fibras na sua dieta e fazer atividades fisicas moderadas.



terça-feira, 26 de abril de 2011

Impotência sexual

 

  IMPOTÊNCIA SEXUAL MASCULINA
 
A impotência sexual é definida também como DISFUNÇÃO ERÉTIL. A impotência é um problema muito comum que atinge muitos homens ao menos uma vez, durante a vida. 

Segundo um estudo realizado em USA, a incidência da impotência varia com a idade e se incrementa em proporção aos homens afetados: de 7 a 8%, de 20 a 39 anos; de 55-60%, em homens acima dos 70 anos de idade.

O mais vasto incremento é verificado em homens de idade entre 60-69 anos. É estimado que, somente em USA, ao menos 10 milhões de homens sofrem de impotência crônica e que ao menos outros 20 milhões de homens sofrem de forma menos severa de disfunção erétil associados a idade, a problemas crônicos de saúde ou problemas psicológicos.

Embora no passado a impotência sexual fosse vista como relacionada exclusivamente a causas fisicas, sabemos agora que 85-90% de todos os casos de disfunção erétil, são devido a causas orgânicas, como diabetes, problemas vasculares, efeitos secundários de medicamentos, etc.

A impotência pode se traduzir em disfunção sexual ocasional ou na ausência total de ereção, devido a algumas complexas causas de origem psicológica e fisiológica.

Muitas vezes as causas psicológicas são a origem de uma impotência: medo, ira, frustrações e ânsia pelo desempenho, são as razões mais frequentes. 

O fator psicológico é sempre importante, porque a disfunção erétil pode afetar gravemente a auto-estima, provocar ansiedade e depressão e piorar o problema a causa da combinação dos fatores físicos com aqueles orgânicos.

Esses problemas podem resguardar indiretamente o partner, particularmente quando existe problemas interpessoais ou desentendimento entre o casal.

Entre as causas de origem orgânica de uma impotência, existem as causas gerais como os problemas vasculares: espessamento da parede arterial ou perda venosa precoce.


IMPOTENCIA SEXUAL E TRATAMENTOS

 


No início da década de 80, os pacientes tinham a possibilidade de se autoinjetar uma substância medicinal entre o corpo cavernoso do pênis. 

Essa substância causa a dilatação dos vasos sanguíneos e provoca uma ereção que dura aproximadamente uma hora. 

Em caso de utilização prolongada, pode se manifestar problemas de isquemia.

Em 1998 apareceu uma molécula a Sildénafil, comercializada com o nome de Viagra, assegurando um melhoramento da função erétil masculina. 

Favorece o relachamento dos músculos lisos (consentindo desta maneira um grande fluxo sangüíneo dentro dos vasos do corpo cavernoso) e é utilizada no tratamento da impotência.

Ajuda a obter e a manter uma ereção em presença de uma excitação sexual.

O Viagra deve ser utilizado unicamente sob controle e prescrição médica.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bebê com 2 meses e nada de leite


Seu bebê está com 2 meses

O bebê está com fome e nada do leite sair. A mãe se estressa, fica ansiosa e o que deveria ser uma experiência tranqüila vira um tormento. Respire fundo. O problema é mais corriqueiro do que você imagina e tem solução.
A falta de experiência, às vezes, pode dificultar um pouquinho a amamentação. Por esse motivo, as mães de primeira viagem precisam de todo o apoio e carinho ao alimentar o bebê. São bem-vindos o incentivo do companheiro, a paciência da família e, é claro, as dicas de mães mais familiarizadas com o assunto.
O bebê também precisa aprender algumas lições, como abocanhar o peito do jeito certo e tirar a boquinha com delicadeza para não machucar a mãe. É recomendável esvaziar uma mama de cada vez e variar as posições  ao amamentar. Esses cuidados ajudam a previnir fissuras – um problema fácil de contornar, mas que pode dificultar o aleitamento.não esqueça de enriquecer sua  dieta com frutas e legumes,e alimentos nutritivos que ajudaram na produção de leite e si hidratrar bastante.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PEIXE PARA SEMANA SANTA NO FORNO(receita)

INGREDIENTES

1 kg de filé de merluza ou outro peixe
Suco de 1 limão
Sal a gosto
Pimenta - do - reino a gosto
1 lata de creme de leite
1 lata de molho de tomate refogado
1 copo de requeijão
1 caldo de galinha ou 1 pacotinho (melhor para mistura.

MODO DE PREPARAR
  1. Tempere os filés com limão , sal e pimenta
  2. Coloque - os em uma forma refratária e reserve
  3. Em uma tigela, coloque o molho de tomate, o creme de leite, o requeijão e o caldo de galinha
  4. Misture bem e coloque sobre os filés
  5. Cubra a forma com papel alumínio e leve ao forno pré - aquecido (200°) por cerca de 50 minutos
  6. Retire o papel alumínio e deixe dourar por mais 15 minutos
 AGORA SIRVA E BOM APETITE 
 

GELEIA DE MOCOTÓ CASEIRA




INGREDIENTES;
 
1 pé de boi (peça no açougue para que ele seja cortado em pedaços menores, para caber na panela)
1 xícara de mel, melado ou rapadura ralada
50 g de erva-doce
10 g de cravo da Índia
20 g de canela em casca
 
MODO DE PREPARAR;
 
Cozinhe o mocotó em água suficiente para cobrir completamente todos os pedaços, por cerca de duas horas.
Passe no coador de macarrão ou na peneira (para que o líquido fique completamente límpido, forre a peneira com uma fralda de pano limpa).
Ponha o caldo na geladeira e, no dia seguinte, raspe bem para tirar toda a camada de gordura. que se forma no topo.
Ponha novamente o caldo no fogo baixo para liqüefazer. Se ainda houver algumas gotas de óleo, retire-as com pedaços de papel.
Faça à parte um chá bem forte com a erva-doce,  o cravo e a canela.  . Ponha tudo para ferver e coe o chá no pano. Junte esse chá ao caldo do mocotó.
Adoce mais caso ache necessário, cuidando para não exagerar e apure o caldo apara que ele engrosse um pouco mais – cerca de 30 minutos a mais no fogo normalmente é suficiente.coloque em tigelas pequena e deixe gelar,depois é só serviR,e bom apetite.

DE onde surgiram os ovos de Páscoa?


O hábito de dar ovos vem da tradição pagã. A ideia de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos – de verdade mesmo – é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes da era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza – pêssankas – em celebração da chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos apropriaram-se da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus – o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorniz) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súbditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a ideia de fazer os ovos com chocolate – iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca.
A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande procriação.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Amamentação, bom para mamãe e para o bebê.



Quando tocamos no assunto amamentação, em geral, as pessoas se interessam somente pela importância ao bebê. A discussão é essencial, pois o leite materno é um alimento completo para o recém-nascido. Mas também devemos dar atenção à mamãe, afinal é ela quem o produz e precisa estar sempre bem nutrida para não ter problemas de saúde neste período.
Uma mulher em fase de amamentação chega a gastar 30% mais calorias do que normalmente. Logo, é necessária uma alimentação reforçada para suprir as necessidades do organismo. O cardápio deve ser composto com boa variedade de verduras, legumes, frutas, cereais, e alimentos ricos em proteínas, como carnes.
Esses nutrientes não vão fortalecer o leite materno, porque sua composição é sempre a correta. Eles ajudam a manter a saúde geral da mulher em boas condições. As proteínas, por exemplo, são importantes para as células e a construção e restauração de tecidos.
Queima calórica é gasto energético. Então, a mãe também precisa repor suas reservas de energia. Aqui, entram os carboidratos. O ideal é procurar os complexos, que estão presentes no arroz, macarrão, cereais e frutas, entre outros alimentos. Além disso, eles são ricos em fibras, que agem na regulação a função intestinal.
O ferro é outro nutriente fundamental durante essa fase, pois é um componente importante na composição do sangue. Sua falta pode gerar franquezas e anemia, acarretando graves prejuízos à mulher.
Esses são apenas algumas recomendações para as novas mães tomarem bastante cuidado, não só com o neném, mas com elas mesmas. A amamentação é um momento marcante e exige muito do organismo, então é imprescindível manter-se saudável para não ter complicações nessa fase.

Dicas na hora de amamentar
* Aquecer o quarto e deixá-lo na penumbra;
* A mamãe deverá desnudar totalmente os dois seios;
* O bebê também deverá estar com pouquíssima roupa para manter a maior parte do corpo em contato com o corpo da mãe, pele a pele, sentindo a temperatura do corpo da mamãe;
* Se possível encostar o ouvido do bebê próximo ao coração da mamãe, lembre-se que durante os nove meses de gestação ele estava em temperatura constante de 37 ºC, penumbra e o único som que ele identificava eram os batimentos cardíacos da mamãe, portanto esse clima de penumbra, pele a pele com temperatura do corpo, os feromônios atuando e o som dos batimentos cardíacos acalma e fazem dessa amamentação um clima de puro amo
Vantagens do Leite Materno para o Bebê
  •   Melhora o desenvolvimento mental do bebê
  •   É mais facilmente digerido
  •  Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional, muito forte e precoce entre a mãe e a criança, formando o vínculo afetiv0
  • O ato de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes do bebê 
  •  O leite materno protege de muitas doenças no recém-nascido, como alergias, diarréias, vômitos, obesidade, problemas de visão, problemas respiratórios, cárie entre outros.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Puericultura e enfermagem (primeira consulta da kamile)

Puericultura & Enfermagem

A puericultura tem origem na França, em fins do século XVIII e foi definida como um conjunto de regras e noções sobre a arte de criar fisiológica e higienicamente as crianças (ROCHA, 1987). Hoje seu conceito foi aperfeiçoado: Puericultura também pode ser chamada de Pediatria Preventiva e tem como objeto a criança sadia e seu alvo é um "adulto perfeito": fisicamente sadio, psiquicamente equilibrado e socialmente útil (ROCHA,1990).
A essência continua a mesma e com base nisto foi estabelecido um programa de assistência à criança. Este consiste no acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança em seus primeiros anos de vida, embasando-se em um corpo conceitual traduzido por normas e regras a serem preceituadas às mães. Trata-se de uma assistência individulizada, cuja prioridade é o bem-estar da criança em função das condições de vida de sua família e sociedade onde está inserida.
Infelizmente, a base deste programa está sendo interpretada de maneira equivocada ou simplesmente é desconhecida. A criança não está sendo vista como um ser integrado a uma família e comunidade. É avaliada isoladamente ao seu ambiente, priorizando-se patologias e disfunções.
A assistência, no programa de puericultura da rede básica de saúde, é prestada mensalmente, sendo intercaladas consultas com pediatra e enfermagem (em alguns serviços públicos pela auxiliar), que restringem-se a medir, pesar, fornecimento de noções sobre higiene corporal e vestuários, além de um exame físico incompleto. Enfim, é um serviço médico precário, com características de assistencialismo e paternalismo. Em contrapartida, para segmentos privilegiados da população, temos uma assistência médica sofisticada, onde a criança é acompanhada durante seu desenvolvimento e não apenas durante moléstias episódicas (ROCHA,1990).
O Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança (PAISC) tem como princípios que a assistência à criança precisa ser uma ação multiprofissional e que o Centro de Saúde seja a unidade básica e de referência para a assistência à criança. O PAISC estabeleceu como diretrizes e objetivos:
  • desenvolver ações que favoreçam o crescimento, o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança;.
  • diminuir a mortalidade infantil;
  • proporcionar atendimento rotineiro, periódico e contínuo;;
  • acompanhar o processo de crescimento e desenvolvimento das crianças;
  • incentivar e apoiar o aleitamento materno;
  • orientar a alimentação;
  • garantir níveis de cobertura vacinal de acordo com as normas técnicas do Ministério de Saúde e Secretaria Estadual de Saúde;
  • identificar precocemente os processos patológicos;
  • favorecendo o diagnóstico e tratamento oportunos;
  • promover a vigilância de situações de riscos específicos: desnutrição, recém- nascidos de risco, problemas visuais e outras que venham a ser propostas;
  • propiciar um processo de integração equipe de saúde - comunidade (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE, 1996).
Com base nas propostas do PAISC, utilizo este momento para chamar a atenção dos Enfermeiros do maravilhoso mundo o qual somos preparados para atingi-lo e o deixamos de lado. Esta função, assistência integral e direta, é nossa, temos capacidade para desenvolver um serviço de puericultura adequado. Não esqueçam qual é a essência de nossa profissão: o cuidar. Gerência, supervisão e administração, não são as únicas funções do Enfermeiro. Muitas destas atribuições burocráticas que tomam tanto tempo dos Enfermeiros podem ser atribuídas a um outro funcionário bem treinado.
Quero aproveitar e parabenizar as meninas do psf de jacutinga,pelo exelente trabalho beijokas a todas vcs!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Verminose (com coceira no ânus)

AGENTE ETIOLÓGICO 
Enterobius vermicularis, helminto 

(verme) intestinal conhecido por oxiuríase. 


Mede cerca de um centímetro de comprimento, é branco e fino como um fio de linha. 

RESERVA TÓRIO
O ser humano.

PERÍODO DE INCUBAÇÃO
Em média 4 semanas, porém a sintomatologia pode levar meses para surgir pois depende da quantidade de vermes resultantes de infestações sucessivas.

MODO DE TRANSMISSÃO
Os ovos do verme pode ser transmitidos diretamente do ânus para a boca (as larvas causam coceira intensa no ânus) o que é comum em criança, assim como em doentes mentais e adultos com precários hábitos de higiene. A transmissão pode ser indireta através de água, alimentos e roupas contaminadas (vestimentas e roupas de cama) e até mesmo através da poeira. Uma terceira forma de contaminação é a retro infestação que consiste na migração das larvas da região anal para o intestino onde se tornam vermes adultos.

QUADRO CLÍNICO
Pode cursar sem sintomas ou apresentar prurido (coceira) intenso na região anal, habitualmente à noite o que causa desconforto, irritabilidade e sono agitado. Podem ocorrer também enjôo, vômitos, dor abdominal e dificuldade de evacuar.

COMPLICAÇÕES
As lesões causadas pelo ato de coçar podem causar infecções (ferimentos) em torno do ânus, cuja mucosa fica coberta por muco sanguino lento. Inflamações em vulva e vagina podem ocorrer devido à presença do verme. Raramente o verme sobe pela vagina e causa inflamações no útero, ovários e trompas. Pode ocorrer apendicite.


Meus filhos já passaram por este tipo de verminose,A Carol sofreu muito,e nos últimos tempos meu filho kaique estava com tipo de vermes que ninguém descobria,ele não comia, ficou amarelo,e fazia vômitos  varia vezes ao dia,graças a Deus uma pediatra suspeitou do verme e meu filho esta melhor mais foi sofrido,por isto trate pois pode ficar  bem sério esta historia de vermes.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

Primeiro beijo na boca de lingua

É o ato de tocar os seus lábios nos lábios de outra pessoa. Antigamente o beijo era utilizado de várias formas e com infinitos significados. Na Idade Média o beijo na boca representava uma espécie de contrato entre o senhor feudal e o vassalo (Era tipo “dou minha palavra”). Foi apenas no século XVII que os homens acabaram com o hábito de beijar uma pessoa do mesmo sexo. O beijo está presente em todas as religiões.
Dicas:
- Alterne o beijo de língua com beijos sem língua, assim irá torná-los sensuais.
- Dê pequenas e leves mordidas nos lábios de seu parceiro (a).
- Quando o parceiro (a) tomar a iniciativa é importante que você coopere com ele (a), limite os movimentos de sua língua e acolha com prazer a língua de seu parceiro (a).
- Faça sempre a higiene bucal, pois é incômodo beijar uma boca suja e com mau hálito.
- Não limite-se ao beijo, faça carinhos no parceiro (a) durante o beijo.
- Nunca beije por beijar, escolha bem seu parceiro para que seja algo agradável.
- Fique com os olhos fechados durante o beijo, é muito estranho permanecer com os olhos abertos.
- Quando for parar de beijar, diminua a intensidade do beijo, termine com um selinho e sempre sorria demonstrando que gostou.
Curiosidades:
- Durante o beijo você movimenta 29 músculos, dos quais 17 são da língua.
- Os batimentos cardíacos aceleram, vão de 60 a 150, fazendo uma espécie de exercício pro coração.
- Um beijo caprichado gasta em média 12 calorias, se você beijar muito pode perder alguns quilinhos.
TIPOS DE BEIJOS
ESQUIMÓ,esfrega a ponta do nariz no nariz do seu parceiro.
FRANCÊS,O famoso beijo de lingua.
SELINHO com os lábios.
BORBOLETA.com os cilios.
CINEMATOGRÁFICO.é chamado beijo tecno não envolve emoção.
DESINTUPIDOR DE PIA. o parceiro enfia a lingua e não tira mais.
PERIGO
os adptos do ficar,beija aqui,beija ali,podem adquirir doenças, 
APROVEITEM PARA LEMBRAR E CONTAR COMO FOI SEU PRIMEIRO BEIJO?E COM QUANTOS ANOS?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Hernia inguinal e cirurgia,pq as pessoas tem hernia?

Cirurgia Videolaparosc�pica da H�rnia Inguinal
  Aproximadamente 600.000 h�rnias inguinais s�o operadas ao ano nos EUA sendo que nos Brasil os n�meros s�o imprecisos. A grande maioria � realizada da maneira convencional. Algumas s�o realizadas via laparosc�pica. Se seu cirurgi�o recomendou para voc� uma corre��o laparosc�pica de sua h�rnia inguinal, as informa��es que seguem podem ser de seu interesse.
Corre��o laparosc�pica da h�rnia inguinal � uma t�cnica recente que atrav�s de pequenos orif�cios no abdomen corrige as aberturas (h�rnias) atrav�s dos musculos que se formam dando sa�da , por debaixo da pele, do conte�do abdominal. Este novo m�todo pode oferecer al�m de um retorno mais r�pido as atividades habituais como tamb�m em alguns casos menor dor no p�s-operat�rio.
O QUE � UMA H�RNIA?
al�m da h�rnia inguinal existem outros tipos de h�rniasAs v�sceras abdominais s�o contidas dentro da cavidade abdominal devido a presen�a do m�sculos e aponeuroses que d�o a tonicidade da parede abdominal impedindo que o contato com as v�sceras seja direta sobre a pele. Uma h�rnia ocorre quando h� um ponto de fraqueza desta parede abdominal que se forma entre a camada de m�sculos e aponeurose permitindo que o conte�do da cavidade abdominal se mostre sob a pele como uma bexiga que se enche aos esfor�os e esvazia ao repouso. Pode causar dor importante e � potencialmente fonte de problemas que podem levar a uma cirurgia de emerg�ncia. Existem v�rios tipos de h�rnia . H� h�rnias que podem ocorrer ap�s uma cirurgia no local da incis�o. (h�rnia incisional)
Tanto homens como mulheres podem ter h�rnia. Por�m � mais comun nos homens.
Voc� pode nascer com uma h�rnia ou adquir�-la durante a vida.
Uma h�rnia n�o melhora ou desaparece sozinha.
COMO SEI QUE TENHO UMA H�RNIA?
Os lugares mais comuns de aparecerem h�rnias s�o na virilha (regi�o inguinal) , umbigo (umbilical ou peri-umbilical) e em locais previamente operados ( incisional).
Geralmente � f�cil de detectar uma h�rnia. Voc� notar� um aumento de volume da pele bem localizado e amolecido. Poder� sentir quando ergue objetos pesados, tosse , esfor�o ao urinar ou evacuar, ou ainda quando ficar muito tempo em p�.
A dor pode ser aguda e tipo queima��o ou ser cont�nua , piorando ao final do dia.
Dor forte cont�nua no local da h�rnia com aumento do volume da h�rnia aumentado sem reduzir e vermelhid�o local podem ser um sinal de que a h�rnia est� encarcerada ou estrangulada. Se voc� apresentar estes sintomas entre em contato imediato com o seu m�dico.
PORQUE AS PESSOAS TEM H�RNIA?
A parede abdominal tem �reas naturalmente mais fr�geis. Estas regi�es podem dar origem as h�rnias devido a grandes esfor�osidade ou em regi�es previamente operadas. Qualquer pessoa pode Ter uma h�rnia. H�rnias em crian�as s�o na maioria cong�nitas. Em adultos as causas mais comuns s�o al�m da idade ou grandes esfor�os, em pacientes com problemas pulmonares cr�nicos onde existe a tosse persistente. Em pacientes do sexo masculino com problemas de pr�stata onde h� uma necessidade constante da prensa abdominal. Pessoas com problemas de intestino presotamb�m podem apresentar h�rnia com maior freq��ncia.
QUAIS S�O AS OP��ES DE TRATAMENTO PARA AS H�RNIAS?
H� poucas op��es para o tratamento da h�rnia.
As fundas s�o raramente recomendadas e geralmente ineficientes.
Quase a totalidade das h�rnias requerem tratamento cir�rgico.
Atualmente as cirurgias s�o realizadas de duas maneiras:
  1. A primeira, ou tradicional , � feita de fora para dentro, ou seja, � realizado um corte na parede abdominal e corrigido o defeito da parede abdominal com pontos , fechando o "buraco" por onde as v�sceras anteriormente sa�am. Esta t�cnica pode ser realizada com anestesia local ou peri-dural (na espinha dorsal)
h�rnia inguinal - corre��o cir�rgica convencional
  1. A segunda , � por via videolaparosc�pica. Neste m�todo o orif�cio da h�rnia � corrigido de dentro para fora , sem cortar a pele sobre a h�rnia. Atrav�s de pequenos orif�cios (3 ou 4) de aproximadamente 0,3 ou 0,5 cm s�o introduzidas c�nulas para entrar na cavidade abdominal e fazer a cirurgia atrav�s de um monitor de v�deo. A h�rnia � identificada e ressecada. Ent�o � posicionada uma tela sobre o defeito da parede abdominal e � fechada a por��o exposta.  Esta cirurgia � realizada com anestesia geral.